quinta-feira, 15 de setembro de 2011

SGA - Africanidades na Escola Porfírio de Araújo em Croatá!

Grupo de Estudos

RELAÇÕES ÉTNICAS RACIAIS E A CULTURA AFRO BRASILEIRA, AFRICANA E INDIGENA.
1º Encontro do Grupo de Estudos
Dia: 16 de Outubro (Sexta-feira)
Sala de Laboratório de Informática.
Ás 8 horas da manhã.
Coordenação: Professor Danúsio Almeida

Greve dos Professores do Ceará!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Cid antes e Cid depois!.mp4

Unipace: Inscrições para curso de capacitação do terceiro setor só vão até sexta

A Universidade do Parlamento Cearense lançou um programa de capacitação do terceiro setor com o objetivo de qualificar profissionais para desenvolver competências e habilidades necessárias, o empreendedorismo, a inovação e a gestão de entidades.

As inscrições iniciaram no dia 29 de agosto e irá até 16 de setembro de 2011. A previsão para o início das aulas é dia 20 de setembro de 2011 e será dividido em quatro módulos: o primeiro tratará sobre a gestão do terceiro setor; o segundo sobre gestão de projeto e o terceiro abordará a gestão de pessoas. O quarto módulo enfocará cinco temas: assistência social, cultura, esporte, meio ambiente e saúde.

E mais As aulas irão ser proferidas na Universidade do Parlamento Cearense, na Avenida Pontes Vieira, 2391. Para se inscrever basta acessar o site www.al.ce.gov.br/unipace e preencher a ficha de inscrição ou na própria sede da Universidade.

Todo candidato deverá estar vinculado a uma Instituição, sendo necessário o preenchimento completo da ficha de inscrição, juntamente com a cópia do RG. Cada Instituição poderá inscrever até três pessoas, caso esse número exceda, será preenchida uma lista de espera.

Terceiro setor em números O terceiro setor é composto por organizações não-governamentais e começou a existir para complementar as ações do Estado, principalmente na área social, viabilizando através de recursos da sociedade civil e do segundo setor (empresas), ações que resultam em benefício público.

Esse é um setor que movimenta mais de US$ 1 trilhão em todo o mundo, no Brasil representa mais de R$ 10 bilhões por ano, sendo mais de R$ 1 bilhão em doações. São mais de 300 mil ONG´s pelo país ao lado de fundações, institutos e etc., empregando ao todo mais de um milhão de pessoas, além dos voluntários engajados em seus propósitos.

Com informações da Assessoria.Alec

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

A música é a maior brincadeira

Fonte: O POVO Online/OPOVO/Vida e Arte

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Qual a hora certa para uma iniciação musical? De atividade lúdica a instrumento de socialização, a arte é fundamental para o desenvolvimento dos pequenos

05.09.2011| 01:30

O pequeno Alejandro Marchotti tem aula de música duas vezes por semana, sozinho e com crianças da sua mesma faixa etária (Foto Sara Maia) O pequeno Alejandro Marchotti tem aula de música duas vezes por semana, sozinho e com crianças da sua mesma faixa etária (Foto Sara Maia)

Um piano Fritz Dobbert sob dezenas de lápis de cor. Na regência musical, alguém em processo de alfabetização escolar vai facilmente decifrando as pautas de sua partitura e juntando notas musicais. Foi aos seis anos que Alejandro Marchotti virou para sua mãe e disse que queria aprender música – tornar-se um pianista. Após seis meses de aula, foi a vez de seu irmão, João Pedro, sete, de se voltar a mãe e dizer que queria aulas também – de violão. Os jovens irmãos Marchotti são apenas duas das crianças a usufruirem do ensino musical e, para isso, têm aulas da Escola Viva Música Viva, que oferta turmas para aspirantes de músicos a partir dos três anos.

A maioria das escolas de música cearenses segue um modelo parecido; a partir dos três anos, a criança pode começar as aulas – devagar ainda, de forma lúdica e com uma introdução a musicalização. A partir dos seis anos, com a alfabetização nas escolas, elas começam a desenvolver atividades com instrumentos percussivos, com a flauta doce e o piano – focando mais em ritmo, melodia e harmonia. Aos oito anos, chega a hora da decisão do instrumento e as aulas específicas; isso sem nunca parar com as aulas teóricas de musicalização. “A forma tem sempre de ser bem lúdica. A gente chama parte das aulas de ‘teoria’, mas na verdade é bem prática para que a criança não disperse”, explica Lia Venturieri, coordenadora musical da Viva Música Viva.

Obrigatoriedade

Para além da experiência em uma das diversas escolas de música de Fortaleza, o ensino musical passa por uma ampliação nas classes fundamentais. A Lei n° 11769, publicada no dia 18 de agosto de 2008, dita a obrigatoriedade do ensino de música em escolas fundamentais brasileiras. Tendo prazo de adequação de três anos desde a publicação, todas as instituições de ensino do País deveriam ter se adequado às diretrizes até o mês passado. Para o professor do curso de licenciatura em Música da Universidade Federal do Ceará (UFC), Gerardo Viana Júnior, “o objetivo não é profissionalizar, ensinar a criança a ler partitura e tocar um instrumento, mas formar a pessoa – desenvolver a sensibilidade”.

Mesmo quem seguiu outras carreiras, ainda veem a carga positiva acumulada pela experiência musical a vida toda. É o caso de Fernando Bezerra, 51, que trabalha no treinamento de funcionários numa indústria automobilística. Tendo estudado no Conservatório, ele aponta a ampliação do seu campo de visão e o aumento da capacidade de sociabilização como os fatores mais fortes da sua formação musical a serem usados no seu trabalho. “A música tem esse dom para todo mundo, ela organiza o raciocínio – é matemática pura”, diz.

Já Cainã Cavalcante tem um início de história parecida. Vindo de família artística (o pai é artista plástico), ele demonstrou interesse pela música desde cedo, retocando esse afã com o curso do Conservatório e depois na graduação específica da Universidade Estadual do Ceará (Uece). A diferença é que, aos 21 anos, Cainã já soma 12 anos de carreira profissional. “A música que me escolheu, eu não tinha como fugir dela. Por conta disso, me vejo como alguém capaz de enxergar outras coisas no sentido da sensibilidade, do convívio em grupo”, define o artista, hoje um multi-instrumentista disputado e defensor da música popular cearense.

SERVIÇO

ESCOLA DE MÚSICA ANGELITA RIBEIRO

Onde: Rua Assis Chateaubriand, 60, e Rua Isaac Amaral , 112, ambos no Bairro Dionísio Torres.

Outras informações: (85) 3472 5048, (85) 3224 9565, (85) 9118 6421.

Turmas: cursos a partir dos quatro anos.

Preços: entre R$ 140 e R$ 190.

CONSERVATÓRIO DE MÚSICA ALBERTO NEPOMUCENO

Onde: Av. da Universidade, 2210 – Benfica

Outras informações: (85) 3231.8598

Turmas: cursos a partir dos quatro anos.

Preços: entre R$ 159,50 e R$ 187,55.

VIVA MÚSICA VIVA

Onde: Av. Desembargador Moreira, 629 – Meireles

Outras informações: (85) 3131.6560 ou www.vivamusicaviva.com.br

Turmas: cursos a partir dos três anos.

Preços: R$ 220 + matrícula.

Entenda a série

A partir de hoje e no decorrer das próximas segundas, O POVO traz uma série de matérias em que orienta pais e responsáveis sobre o processo de iniciação artística. Além da música, outras linguagens serão contempladas.

DICAS

Uma boa iniciação musical deve seguir algumas orientações

1 O ideal é que a iniciativa de ter aulas de música parta da própria criança. Elas devem tocar um instrumento por desejo delas e não para cumprir um sonho de infância dos pais.

2 O acompanhamento e estímulo constante dos pais são imprescindíveis para a evolução da criança. Sem estímulo, a tendência é a desistência.

3 Por mais que exista uma relação da música com a matemática e a física, isso deve ser tratado como um bônus. Uma criança não deve recorrer a aulas musicais para superar um déficit em outras disciplinas.

4 O mais indicado é o início das aulas aos três anos e em pequenos grupos. A partir dos seis, o contato com os instrumentos aumenta e aos oito a criança pode escolher o que vai tocar, individualmente.

5 Lembre-se que o importante é que seu filho se divirta e interesse pelo conteúdo. Caso ele perca o interesse, talvez seja hora de buscar outra atividade artística.

6 Nunca é tarde para aprender música. Mesmo adulto, você pode sempre se matricular em um curso e tocar seu instrumento favorito.

sábado, 3 de setembro de 2011

Sindicatos devem ir à Justiça para fazer valer decisão sobre piso de professor

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) orientou nesta sexta-feira, 2, os sindicatos estaduais de professores a mover ações, de forma isolada, nos Judiciários locais para fazer valer a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que julgou constitucional a fixação de piso nacional para a categoria. Sancionada em 2008, a Lei do Piso determinou que nenhum professor da rede pública com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais pode ganhar menos de R$ 950 mensais. Com a correção, o valor este ano passou para R$ 1.187. À época da aprovação da lei, cinco governadores entraram no STF questionando a constitucionalidade do piso nacional. Para o advogado da CNTE Gustavo Ramos, a decisão do Supremo deixou em aberto diversas questões, como a validade do piso nacional para cumpre menos de 40 horas semanais e a retroatividade do piso nacional a janeiro de 2009. No caso da carga horária, Ramos entende que a tendência do STF, se tivesse que se pronunciar sobre o assunto, seria optar pela proporcionalidade, por isso é melhor os professores resolverem a questão movendo ações em nível estadual. Sobre a retroatividade, o advogado entende que o sistema jurídico do país aponta para esse direito, por isso recomendou que os professores se mobilizem e não deixem o movimento que estão fazendo nessa direção perder força. Durante encontro dos professores na sede da CNTE, foi distribuído cartaz em que a categoria pede a aplicação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) anual na educação.

Agência Brasil

Vem ai o Grito dos Excluidos!

Novo ataque ao Piso Nacional do Magistério

Governadores tentam protelar acórdão do STF que ratificou a constitucionalidade integral da Lei do Piso. Recursos não suspendem a eficácia imediata da decisão

Escrito por: CNTE

Pelo menos quatro governadores de Estado (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Ceará) interpuseram embargos ao acórdão da ADI 4.167, publicado no dia 24 de agosto, cujo resultado ratificou a constitucionalidade integral da Lei 11.738 e ordenou sua aplicação imediata.

Importante frisar que tais embargos não têm poder de suspender a decisão do STF. Os gestores terão de cumpri-la enquanto aguardam novo pronunciamento do Tribunal a respeito dos possíveis pontos considerados contraditórios, obscuros ou omissos no acórdão. A não observância da Lei quanto à vinculação do piso aos vencimentos de carreira, enseja imediata Reclamação ao STF. No caso da hora-atividade vinculada à jornada, seu descumprimento deve ser denunciado na justiça local.

Com relação ao teor dos embargos, todos solicitam que a decisão de vincular o piso nacional às carreiras de magistério, ou melhor, ao vencimento-base inicial para professores com formação de nível médio, seja considerada a partir do julgamento final da ação, evitando passivos judiciais. Sobre este ponto, a CNTE já havia orientado suas afiliadas a cobrarem a sobredita vinculação a partir de 6 de abril de 2011, quando o STF julgou a questão. Contudo, caso o Tribunal retroceda o prazo de vigência integral do piso na forma de vencimento, aí sim os Sindicatos poderão requerer dos Executivos os valores retroativos ou cobrá-los judicialmente.

Outro embargo, do Estado de Santa Catarina, acresceu no seu pedido a extensão do auxílio financeiro da União para pagamento do Piso aos estados e municípios que não recebem a complementação ao Fundeb. A CNTE também já havia indicado, em sua primeira análise sobre os dispositivos da Lei do Piso, ainda em 2008, essa incompatibilidade do art. 7º da Lei 11.494, que se encontra regulado pela Resolução nº 5/2011 da Comissão Intergovernamental de Financiamento para a Educação Básica de Qualidade, instituída pela Portaria MEC nº 213/2011.

Contraditório, extrapolante e decepcionante, porém, consistem os embargos apresentado pelo governador Tarso Genro, do Rio Grande do Sul, que requer a implementação do piso gradativamente e no prazo de um ano e meio após o julgamento do transito em julgado do acórdão que decidir sobre os presentes embargos declaratórios e infringentes. Para quem é signatário da Lei 11.738 e requereu a retirada do Estado da ADI 4.167, assim que assumiu o governo, é de estranhar que sua interposição tenha sido a mais retrógrada e protelatória quanto à efetividade integral e imediata da Lei. Lamentamos essa postura do governo gaúcho e esperamos que o STF indefira totalmente o pedido que extrapola, a nosso ver, os limites apontados pelo acórdão, sobretudo quando verificadas as referências da maioria dos ministros que entendeu que os gestores tiveram tempo suficiente para adequarem as contas públicas ao piso do magistério.

Até o dia 5 de setembro poderão ser interpostos novos embargos ao acórdão que exige o cumprimento da Lei do Piso, e a CNTE acompanhará esse processo e informará suas afiliadas com a maior brevidade possível.

Assembleia geral dos professores da rede estadual decidem pela manutenção da greve

Por que iniciamos a greve geral da educação na Rede estadual de ensino do Ceará? O processo político que desencadeou a grande greve da educação cearense está diretamente relacionado com a intransigência do governador Cid Gomes na negociação da reestruturação da carreira do magistério cearense. Com uma proposta de tabela de vencimentos que na prática destrói a carreira dos professores e professores da rede estadual. É nesse horizonte que conseguimos um amplo apoio da sociedade cearense para a deflagração da grande greve geral da educação cearense, com destaque para a comunidade escolar na figura de pais e estudantes que garantem uma significativa representação nas nossas manifestações de rua e fortalecem a luta política dos educadores.

No dia 25/08 o governador Cid Gomes recebeu em audiência no Palácio da Abolição uma representação do comando de greve da categoria. Este acontecimento explicita a derrota política da intransigência em favor do diálogo com os educadores cearenses. Precisamos aprofundar tal processo e garantir conquistas para nosso movimento, portanto devemos defender que o diálogo avance para um acordo com compromissos formais que explicitem conquistas para os educadores através da aplicação da Lei do Piso com repercussão na carreira do magistério.

É preciso avançar no diálogo e arrancar compromissos públicos - políticos e jurídicos – do governo do estado. No prazo de 30 dias, em estado de greve e com mobilização da comunidade escolar, garantir a aplicação da Lei do Piso com uma carreira que valorize os professores e professoras cearenses.

Prof. Ms. Helder Nogueira Andrade.

Professor da Rede Estadual de Ensino -

Colégio Jenny Gomes e EEFM Estado do Pará.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Autoengano por Regina Ribeiro!

Os professores do Estado do Ceará estão numa luta justa. Fazia algum tempo que eu não via um movimento grevista por tão justas razões. Vamos à primeira: existe uma lei que estabelece um piso nacional para os professores, piso este que o Estado do Ceará se pronunciou contra e que a Justiça mandou pagar. Segundo motivo: o Estado de forma pouco cordata juntou tudo que é gratificação e disse: pronto, o piso está aqui. Terceira causa: criou um sistema tão inadequado para um profissional que quer seguir carreira no magistério que eu fico imaginando o que tinha na cabeça o técnico que engendrou tal proposta. E pior, como é que um governante apoia tal arrazoado e o defende.

E vamos às razões pelas quais a proposta não é boa: 1) O Governo no Estado do Ceará está confundindo vocação com expectativa profissional. Mesmo gostando de exercer uma profissão e tendo uma intensa consciência social, um ser humano precisa ter a sensação de crescimento profissional e estímulo financeiro passa, sim, pela cabeça de qualquer pessoa que cresce profissionalmente. Remunerar com um acréscimo de R$ 90, R$ 180 e R$ 270 o professor que faz uma especialização, um mestrado e um doutorado respectivamente, difícil é encontrar um adjetivo que combine com isso. Talvez o melhor seja mesmo desânimo. Isso é péssimo para o próprio Estado que prescinde de profissionais qualificados. O papel do Estado é incentivar a continuidade da formação. 2) Valorizar o desempenho profissional dissociado do aperfeiçoamento acadêmico é um blefe. Do jeito que é posto parece que o desempenho se transforma num sistema de vigilância profissional, arguida pelo chefe imediato. Quem não é mais criança sabe o que isso significa. 3) Pelo discurso governamental, o servidor público, de um modo em geral, parece ter de parar no tempo e conformar-se com o que o governante da vez quiser, ignorando a rígida seleção que o próprio Estado impõe aos seus funcionários. A impressão que passa é que a criatura precisa de favores governamentais, porque é um coitado que não conseguiu fazer outra coisa na vida. Isso é um grande engano. Para um governo, isso é autoengano.

Manifestação histórica na Assembleia Legislativa

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Foto Protesto dos Professores do Ceará por Késya Diniz!

Mobilização de professores suspende atividades na assembleia

Veja imagens do protesto dos professores na Assembleia Legislativa

A manhã desta quinta-feira (1) foi tensa nos corredores e galerias da

Assembleia Legislativa do Ceará. Para impedir a entrada de

professores, estudantes e apoiadores do movimento grevista, o
Batalhão de Choque da Polícia Militar foi acionado e montou uma
barreira na entrada do plenário da Casa. Ninguém mais entrava e
ninguém saía. Do lado de lá, faixas, cartazes, bandeiras e muito
barulho.

O professor da Escola Estadual Maria José dos Santos Ferreira Gomes, George Bezerra, sugeriu que os grevistas realizassem uma vigília até a manhã desta sexta-feira (2) para pressionar os parlamentares. "Se fortalece? Acho que que fortalece, é uma forma de sensibilizar a opinião pública", disse.Já o professor Jarir Pereira, do Liceu do Conjunto Ceará, reforça que a greve não é ato de vandalismo, mas, sim, um instrumento para a busca de direitos da categoria. "Essa mobilização aqui é por que queremos que os nossos representantes realmente representem a educação no nosso país, nós queremos ser escutados", conta Jarir.

Batalhão de Choque é acionado para manifestação de professores na Assembleia

Clima tenso durante manifestação de professores na Assembleia Legislativa na manhã desta quinta-feira, 1º. Alunos e professores ocuparam todo o hall de entrada e primeiro andar da Casa Legislativa, com latas, tambores, pandeiros e apitos. O Batalhão de Choque foi acionado para acompanhar a tensa manifestação. Até o momento, não houve confrontos físicos.

Policiais fizeram uma barreira para impedir o acesso dos manifestantes ao plenário. Insatisfeitos, os professores tentam negociar a retirada de força policial, além do acesso dos professores ao plenário. Eles querem realizar uma audiência pública para discutir as reivindicações da categoria.

Durante o ato, uma das paredes da Assembleia foi alvo de pichação. Com spray vermelho, foi escrito “Educação Já”, em parede do primeiro andar.

O deputado Tim Gomes, que presidia a sessão nesta manhã, anunciou a formação de uma comissão de deputados para receber os professores. A sessão foi interrompida por causa do barulho dos manifestantes.

Fonte: Blog do Eliomar

Manifestação professores do estado do Ceará 01/09/2011

Professores e alunos x Pancaria na Assembleia Legislativa @ by Bel

A Greve continua forte em Itapipoca terra dos três climas!

Em Itapipoca cidade que fica a 130km da capital Fortaleza os professores das seis escolas estaduais que aderiram a Greve desde o dia oito de agosto, permanecem firmes e fortes na luta aguardando com perspectivas positivas o desfecho vitorioso do movimento paredista.

Após a decisão na última segunda feira dia 29 tomada em assembléia geral pela permanencia da greve os educadores se reuniram e decidiram seguir a decisão tomadas soberanemente no ginásio Aécio de Borba e planejaram uma intensa agenda de mobilização que conta com o apoio material e financeiro do sindicato APEOC.

Nesta quarta dia 31 de agosto é o dia que se comemora a emancipação política do municipio e os professores em Greve participarão da programação, caracterizados com coletes e faixas e fasendo panfletagens com a finalidade de informar ainda mais a população sobre as rezões do movimento paredista.

Na quinta dia 1º de setembro uma delagação estará se deslocando para Fortaleza a fim de participar da manifestação na Assembléia Legislativa.

O ânimo dos grevistas de Itapipoca continua elevado e não arredarão pé enquanto o Governador Cid não atender nossas reivindicaçãoes. NA TERRA DOS TRÊS CLIMAS A LUTA CONTINUA!

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